1Salmo de Davi: Ó SENHOR, ouve minha oração; inclina teus ouvidos às minhas súplicas; responde-me segundo tua fidelidade [e] tua justiça.
2E não entres em juízo com teu servo; porque nenhum ser vivo será justo diante de ti.
3Pois o inimigo persegue minha alma, atropela na terra a minha vida; [e] me obriga a viver na escuridão, como os que há muito [tempo] morreram.
4Por isso meu espírito se enche de angústia em mim, [e] meu coração está desesperado dentro de mim.
5Lembro-me dos dias antigos, eu considero todos os teus feitos; medito nas obras de tuas mãos.
6Levanto minhas mãos a ti; minha alma [tem sede] de ti como a terra seca.
7Responde-me depressa, SENHOR; porque meu espírito está muito fraco; não escondas tua face de mim, pois eu seria semelhante aos que descem à cova.
8De madrugada faze com que eu ouça tua bondade, porque em ti confio; faze-me saber o caminho que devo seguir, porque a ti levanto minha alma.
9Livra-me de meus inimigos, SENHOR; [pois] em ti eu me escondo.
10Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és meu Deus; teu bom Espírito me guie por terra plana.
11Vivifica-me por teu nome, SENHOR; por tua justiça tira minha alma da angústia.
12E por tua bondade extermina os meus inimigos; e destrói a todos os que afligem a minha alma; pois eu sou teu servo.
📖 Estudio del capítulo
Resumen
El último de los siete salmos penitenciales: una súplica humilde que reconoce que "no se justificará delante de ti ningún viviente", pidiendo dirección ("enséñame á hacer tu voluntad") y liberación de la persecución de enemigos que lo hicieron habitar en la oscuridad.
Explicación
Este salmo combina elementos de lamento personal (persecución, angustia) con una confesión teológica notable — "no se justificará delante de ti ningún viviente" (v.2) —, reconociendo la limitación humana ante la perfecta justicia de Dios, un tema que anticipa discusiones posteriores en el Nuevo Testamento sobre la necesidad de la gracia (Pablo cita una idea semejante en Romanos 3:20). La imagen de ser guiado a "tierra de rectitud" (v.10) sugiere el deseo de un camino sencillo y sin trampas en medio de circunstancias complicadas. La aplicación hoy es que pedir dirección diaria a Dios, en vez de confiar solo en la propia capacidad de discernir el camino correcto, es una práctica de humildad genuina.
Curiosidades
- El versículo 2 ("no se justificará delante de ti ningún viviente") es retomado por Pablo en Romanos 3:20 al explicar por qué nadie es justificado por la práctica de la ley.
- Es el último de los siete "salmos penitenciales" tradicionales (6, 32, 38, 51, 102, 130 y 143), usados históricamente en contextos de arrepentimiento profundo.