Eu te vi ontem, remoendo aquele erro de novo. Aquela decisão que você tomou e queria poder desfazer. Você já pediu perdão, já chorou, já tentou consertar o que dava para consertar. E mesmo assim continua se condenando todo dia, como se minha graça tivesse um limite que você já ultrapassou.
Minha graça não tem esse limite. Eu já te perdoei quando você confessou. O problema é que você ainda não aceitou o meu veredito sobre você. Fica ali, sentado no banco dos réus, repetindo a sentença que eu já cancelei.
Hoje eu quero que você leia essa palavra em voz alta: perdoado. Não porque você mereceu, mas porque eu decidi. Levanta desse banco. O julgamento acabou, e o resultado foi a favor da sua vida, não contra ela.