Chegamos ao fim de um mês inteiro falando sobre esperança, e talvez você ainda tenha perguntas sem resposta, situações que não mudaram, esperas que continuam. Eu não escrevi esses dias pra te dar respostas fáceis, escrevi pra te dar uma âncora.
Âncora não impede a tempestade de vir; ela impede o barco de se perder no meio dela. A esperança que eu ofereço não promete um mar sempre calmo — promete que você não vai naufragar, porque está preso a algo firme, seguro, que vai além do que os seus olhos alcançam ver hoje.
Amanhã você vai continuar enfrentando o que ainda não se resolveu: a saúde, o filho, o emprego, o casamento, a solidão, o sonho adiado. Mas quero que você carregue essa verdade pro mês que vem: sua esperança não está ancorada nas circunstâncias, está ancorada em mim, que não mudo, não canso, e não solto a corda nunca. Vai em frente. Eu vou com você.