A casa está uma bagunça de vozes ao mesmo tempo: criança chorando, contas pra resolver, briga que ninguém sabe como começou, e você no meio de tudo isso tentando manter alguma sanidade. Às vezes parece que a confusão nunca vai ter fim.
Eu não sou autor dessa desordem, mas também não fujo dela. Eu entro exatamente no meio do caos, na cozinha bagunçada, na sala em silêncio tenso, no quarto onde ninguém está se entendendo. Minha paz não depende de tudo estar arrumado ao redor — ela pode existir mesmo quando o ambiente ainda está uma zona.
Respira fundo antes de reagir. Pede minha calma pra dentro de você antes de tentar consertar o que está fora. Aos poucos, eu vou trazendo ordem pro que hoje parece impossível de organizar — começando pelo seu próprio coração.