Meu filho, minha filha, eu sei do aperto no fim do mês, da conta que chega antes do salário, da vontade de duvidar da minha provisão quando o dinheiro não fecha. É difícil ser fiel no dízimo, na generosidade, na honestidade financeira, quando parece que já falta pra você mesmo.
Mas eu quero te lembrar que o justo vive da fé, não do saldo da conta. Fidelidade financeira não é sobre ter sobra; é sobre confiar em mim mesmo quando o cálculo humano não fecha. Muitas vezes eu peço fé exatamente na hora do aperto, porque é aí que ela realmente aparece.
Continua honesto, continua generoso no que puder, mesmo pequeno. Não deixa o medo te fazer trapacear ou reter o que já não é totalmente seu. Eu conheço suas contas melhor do que você, e prometo que jamais serei injusto com quem confia em mim mesmo no aperto.