Meu filho, minha filha, chegamos ao final desse mês falando sobre perdão, e eu quero te deixar com uma imagem: a mesa está posta, e o convite está aberto. Não importa quantas vezes você já se afastou, quantas reconciliações ainda estão pela metade, quantos perdões você ainda está aprendendo a dar ou a receber.
A festa que eu preparo não é só para o momento em que tudo estiver perfeitamente resolvido. É para celebrar cada passo que você já deu esse mês: cada mágoa que começou a soltar, cada conversa difícil que você teve coragem de iniciar, cada oração que você fez pedindo força para perdoar quem parecia impossível de perdoar.
Senta à mesa comigo hoje. Traz quem você já perdoou, e traz também quem ainda está em processo, na oração, mesmo sem uma solução completa ainda. Eu sou o pai que sempre recebe, que sempre celebra o que estava perdido e foi encontrado. Você foi encontrado. E a mesa, meu filho, minha filha, está sempre aberta de novo.