As dificuldades te ensinaram a segurar mais forte o pouco que você tem — o tempo, o dinheiro, até a atenção que dedica às pessoas. Você tem medo de dar e não sobrar o suficiente para você mesmo(a) depois. É uma reação bem humana, e eu entendo perfeitamente essa cautela nascida da escassez vivida.
Mas eu quero recomeçar em você o hábito de um coração aberto, mesmo no meio do aperto financeiro ou emocional. Não estou falando de dar o que você não tem nem se colocar em risco. Estou falando de não deixar o medo fechar completamente a sua mão sobre tudo. Um coração generoso não nasce da abundância que sobra — nasce da confiança de que eu sou quem sustenta de verdade, não a sua reserva guardada a sete chaves.
Comece pequeno hoje: um gesto de generosidade, mesmo que pareça insignificante aos seus olhos. Eu multiplico o que é dado com amor genuíno. E, no fim das contas, você vai perceber que é dando que se recebe muito mais do que jamais imaginou.