Uma das perguntas que mais ouço de você é essa: por que eu tenho que ser o primeiro a dar o passo, se foi o outro que errou? Parece injusto ter que se humilhar quando a culpa não foi sua. Eu entendo essa lógica humana, mas quero te apresentar outra.
Eu dei o primeiro passo por você o tempo todo. Você nem tinha nascido ainda e eu já tinha planejado o caminho para te reconciliar comigo, mesmo sabendo de cada pecado que cometeria. Não esperei você merecer. Vim primeiro, através do meu Filho, para abrir a porta que o pecado tinha fechado.
Dar o primeiro passo não é sobre quem tem razão. É sobre quem tem coragem de valorizar a relação mais do que o próprio orgulho. Os pacificadores são chamados meus filhos justamente porque fazem o que eu fiz: escolhem construir pontes, mesmo quando poderiam ficar esperando do outro lado do muro. Seja essa ponte hoje.