Quando alguém te pergunta quem você é, a primeira resposta costuma vir da sua profissão, do seu cargo, do seu papel social. E eu entendo, o mundo ensina a gente a se apresentar assim. Mas eu quero te lembrar de uma identidade mais funda do que qualquer crachá.
Você é geração eleita, sacerdócio, povo que eu escolhi para mim, antes de qualquer título profissional. Isso significa que, se um dia o emprego acabar, se a carreira mudar de rumo, se o cargo desaparecer, quem você é para mim não muda nem um pouco.
Quando você fundamenta sua identidade no seu trabalho, cada perda profissional vira uma crise existencial. Mas quando você fundamenta em mim, o trabalho se torna apenas um lugar onde você exerce o chamado — não a fonte dele. Descanse nisso hoje.