Eu sei que você já se perguntou se merece ser amado. Sei da voz que sussurra que você é complicado demais, que já errou demais, que tem coisas na sua história que ninguém entenderia se soubesse. Essa voz mente, e eu quero desmontar essa mentira agora.
Cristo não morreu por você depois que você se arrumou. Morreu quando você ainda era pecador — no meio da bagunça, no auge do erro, sem nenhum mérito próprio pra apresentar. Isso significa que o meu amor nunca dependeu de você ser digno primeiro. A prova do meu amor foi dada justamente no seu pior momento, não no seu melhor.
Então para de calcular se você é bom o suficiente pra ser amado. Você não precisa ser. Eu já amei você no seu estado mais indigno e chamei isso de prova de amor, não de exceção.